O Marketing Ímpar

Significado de Ímpar

s.m. O número que não pode ser dividido por dois: três é um número ímpar.
adj. Diz-se do número que não pode ser divido por dois: número ímpar.
Figurado. Incomparável; que não possui outro semelhante: um ator ímpar na dramaturgia brasileira.
Único; sem par: órgãos ímpares.
(Etm. do latim: impar.aris)

Fonte: http://www.dicio.com.br/

Bem, vou apresentar para vocês um pensamento – meu – que comecei a desenvolver agora e, logicamente por isso, tenho certa que vou mudar ou acrescentar conceitos sobre minha teoria.  Trabalho em uma empresa em Uberlândia que tem um forte foco em produção de conteúdo para marketing digital. Até aí tudo bem, certo? Estamos no caminho correto, divulgando e produzindo para a Web em Minas Gerais. Mas, que poderia dar errado? A resposta é bem curta: TUDO! Afinal, o Marketing não mudou,  e as regras dele continuam sendo tão aplicáveis hoje como a anos atrás em sua criação e conceitualização. Mas o que acontece é que com o passar do tempo, o Marketing colaborou para a transformação do consumidor em todos seus parâmetros. Ou seja, o Marketing proporcionou uma evolução de  conceitos e de como identificar  exatamente a necessidade do cliente através de ferramentas que com o passar do tempo, no caso hoje, fizessem com que o cliente fosse imune a esse Marketing de Massa . Isso significa que hoje, a massa apresenta perfis de comportamento que muitas vezes não variam na segmentação do mercado, mas variam no comportamento do indivíduo.

E é por isso, que nesses últimos dias eu venho pensando sempre em como trabalhar com esse indivíduo de maneira que a minha agência ou outras empresas que precisem atingir esse indivíduo consiga produzir um Marketing Direto sem se tornar ineficiente e demorado.  Nessa mesma sentença que elaborei o conceito de  Marketing Ímpar.

Um bom profissional de Marketing, precisa saber que a partir de agora o público alvo não pode mais ser tratado como um montante. Devemos considerar cada singularidade no consumidor para transformar em algo positivo essa rejeição que o Marketing de Massa possa produzir.

O MARKETING ÍMPAR

Conceito:

Consiste em uma estratégia concentrada de marketing direto, onde o indivíduo é inserido como parte do processo que tende a se tornar um sistema de Marketing Up-selling.

 Aplicação:

Logicamente, o Marketing Ímpar precisa e demanda mais tempo ou ferramentas mais exatas do profissional de Marketing. Um Big Data eficiente coopera significadamente nesse processo. É preciso identificar primeiramente quem é o público de massa, segmentar seu público alvo. Em cima desse alvo, determinar quais as variáveis determinarão os seus indivíduos ímpares que vão ser insensíveis ao conteúdo de marketing produzido, à estratégia que o Big Data  vai oferecer e principalmente às ações e campanhas que o profissional de marketing irá produzir. É muitíssimo importante atingir o Indivíduo Ìmpar  pois é ele quem vai provar a veracidade do seu Big Data e é ele quem pode te dar o feedback mais integral sobre o conteúdo de sua campanha ou processo de marketing. O Indivíduo Ímpar  é tão insensível que pelo fato de ser  sido atingido por sua estratégia de marketing ele tem grandes possibilidades de estar totalmente aberto para o processo de Up-seeling. Ou seja, com essa nova estratégia advinda do Big Data e com a produção de um conteúdo relevante o Indivíduo Ímpar, ele se tornou uma grande cliente em potencial para ter seu poder de compra totalmente explorado.

Bem, essa é a ideia inicial sobre o conceito. É claro que esses conceitos e aplicações vão variar em cada case. E claro também que vou compartilhar aqui no blog alguma novidade sobre o conceito do Marketing Ímpar.

Obrigado pela leitura, segue o blog e me acompanhe nas redes sociais. Em breve, tenho projeto de abrir um canal no Youtube e profissionalizar esse blog aqui também . Mas, tudo em seu tempo, não é mesmo?

Um abraço, e até a próxima.

A classe média brasileira é uma ex mulher raivosa.

O saudoso movimento ” original ” da classe média, nomeado por ela de panelaço, teve sua origem no Chile de 71 contra o governo esquerdista de Allende. O movimento abriu caminho para o golpe de estado pernóstico de Pinochet que culminou na morte ou desaparecimento de ( dados oficiais ) 40 mil pessoas. Não vivi no Chile de 71, mas estou vivendo no Brasil de 2015 e 16. Não preciso viver uma época para saber comparar ela com outra, e por isso afirmo que não estamos em crise de pão. As panelas do Chile de 71 estavam vazias, as do Brasil não.

Fazia anos que o  Um Brasil não se unia por um bem comum.  Mas esse bem é bom para quem? E quem é a comunidade por trás desse movimento?

Por Douglas Alves, 11 de Janeiro de 2016.

 

É gourmet o panelaço. Tem gosto, aroma e textura de tudo, menos de fome.

 

 O  saudoso movimento ” original ” da classe média, nomeado por ela de panelaço, teve sua origem no Chile de 71 contra o governo esquerdista de Allende. O movimento abriu caminho para o golpe de estado pernóstico de Pinochet que culminou na morte ou desaparecimento de ( dados oficiais ) 40 mil pessoas. Não vivi no Chile de 71, mas estou vivendo no Brasil de 2015 e 16. Não preciso viver uma época para saber comparar ela com outra, e por isso afirmo que não estamos em crise de pão. As panelas do Chile de 71 estavam vazias, as do Brasil não.

Babá chama atenção de criança para que pai possa fazer selfie da família. ( Imagem: Eduardo Nunomura)
O protesto dessa classe média, que havia anos se contentava e fazia piada com o corruptismo embuçado do país, tinha tudo para ser o maior movimento nacionalista que esse país já viveu. Ora, nem em tempos do movimento estudantil brasileiro vimos tanto reboliço em todos os cantos desse país. Tínhamos tudo para mover a maior massa em prol do bem da nação, isso se não fosse a péssima autocrítica que constrói esse movimento que vai às ruas. É pedante a argumentação de quem está lá. São iletrados na sua essência e são néscios de diálogo. Não sabem os porquês, sabem os pra quês mas jamais vão entender a essência dos movimentos e quais as formas – legais – de se atingir um bem comum onde toda a sociedade possa usufruir de igualdade. Precisa-se notar que palavras como sociedade, igualdade de direitos e unidade são vistos como ameaça.
Longe de mim criticar o movimento, até participei (  e ainda participo ) movendo e alimentando discussões sobre o tema. Inclusive, defendo calorosamente que esses movimentos não se acabem. Depois de anos estático finalmente o gigante brasileiro surge com opulência para mover seus raquíticos membros bradando justiça e o fim da corrupção e sedento na busca dos corruptos e corruptores.
Isso sim é um movimento de verdade!
Eu tenho medo da massa. Acho que nunca falei isso antes. Mas é escrevendo que tomamos coragem. Então declaro:
Sou um Agorofóbico (do grego ágora – assembleia; reunião de pessoas; multidão + phobos – medo), tenho medo de multidão. Não de um monte de gente reunida, mas de um monte de gente pensando igual! Tenho pavor, admito. Me arrepio de pensam que um dia posso acordar e esquecer de perguntar e questionar o porque e pra quê estou fazendo.  Gosto de questionar, de ir contra ou a favor, de pensar ou de abster-me de pensar. Isso é saudável. E é isso que me faz olhar por fora das panelas, por isso me abstenho de batê-las. Ora, quando vi o movimento achei interessante demais, mas fui procurar saber de onde viera e pra quê servira e vi claramente que não se encaixava com nosso momento político.  No Chile de 71 não havia diálogo, não havia interesse na sociedade.
Mas, a classe média não se contenta e ela não quer saber de pensar. Ela é igual a uma ex mulher  raivosa. Quem já foi casado sabe muito bem que por mais que os anos de cônjuge tenham sido proveitosos e dourados, no fim do relacionamento o que mais importa são os últimos dias  que são sempre tensos e cheios de farpas. É nos últimos dias que se descobre as verdades e os pormenores da relação. A ex mulher raivosa é cruel, ela não lembra dos momentos bons do casal, só lembra dos ruins, joga pra fora todas as suas mágoas e faz igual Mário Quintana:
” Se eu pudesse eu pegava a dor. Colocava dentro dum envelope e devolvia ao remetente!
(Mário Quintana)
E ela faz isso, a dor que fica nela ela devolve ao remetente mas antes, exibe para todos seu descontentamento e até aumenta um bocado da conversa, que é pra vingança ser mais fria.  Nossa classe média está magoada, cheia de rancor no peito e se sentindo traída!
Mas fique tranquila Dona Classe Média, a senhora não foi a única traída. Advinha quem ficou sem amigos e vai ter que rebolar para conseguir fazer seu trabalho e levar nas costas toda uma nação de mulheres no nome, só para provar que elas também tem competência?

A nova embalagem

Strigils and Sponges, 1879, pintado por Alma Tadema. Retratação de um banho romano.

 

Eu costumo dizer que um ano é o equivalente a um sabonete.  Isso pois a alguns anos atrás minha cabeça era tão incompleta de conceitos que eu precisava criar os meus para me integrar na sociedade.  Não obstante meus conceitos,  eu sempre gostei de metaforizar tudo. Transformar coisas complexas em modelos fáceis de absorver. Por isso, gosto da idéia de que um ano é igual um sabonete. E nessa metáfora,  o mês de janeiro é a embalagem.  Ora, em janeiro estamos com o sabonete na mão,  sem saber ainda a cor e a textura do conteúdo ( metaforize comigo ) onde aonda não sabemos qual o aroma ao certo. Só sabemos que vamos usar ele, de uma maneira ou de outra.
Assim, podemos dizer que Fevereiro e os outros meses formam o sabonete e que a nossa vida é o corpo ensaboado e aromatizado com esse sabonete cheio de curvas e surpresas. Estamos agora então com uma nova embalagem em nossas mãos. Anciosos para que seja de bom cheiro e textura. Que nosso corpo não seja vítima de efeitos alérgicos,  essas frescuras que nossa pele – de sensível e melindrosa que é – nos arremete.  Vamos nos lavar então.  Com muita alegria e esperança que em 2016 teremos boas novas.

 

Quem mata mais jovens: HIV ou Suicídio?

Segundo dados da OMS:Suicídio já mata mais jovens que o HIV em todo o mundo.

Assustador. A palavra correta para descrever esse fenômeno com cara de epidemia é exatamente esta: pânico. Tomamos um grandíssimo susto quando, sob uma ótica geral do planeta, podemos ver que a maior taxa de autocídios do mundo estão entre a faixa etária de 10 a 25 anos. Me assusta também notar que esta contagem começa aos 5 anos de idade. Dados vão apontar que, estatisticamente falando, o suicídio é a quinta causa de morte entre crianças de 5 a 14 anos, perdendo para em primeiro lugar, acidentes, segundo, câncer, terceiro, anomalias congênitas, quarto, homicídios e por fim o suicídio. Por incrível que pareça, o suicídio infantil é o menos estudado. Talvez por ser um assunto muito desagradável.


O que mata mais os jovens?

1,3 milhão de jovens morrem no mundo anualmente, vítimas de causas evitáveis ou tratáveis

  • 1. Trânsito: Acidentes são a principal causa de morte – 11,6% do total
  • 2. Suicídio fica em segundo, responsável por 7,3% das mortes
  • 3. HIV/Aids e infecções respiratórias
  • 4. Violência: O Brasil é o 6º país do mundo com mais homicídios em que vítimas são jovens

 

Segundo se estuda, vários fatores rondam como motivos para essas interrupções brutais da vida. Desde violência doméstica, abusos, bulling escolar, conflitos sociais e de  identidade são sérios agravadores para quem busca esse tipo de solução final.

Suicídio na infância

Muitos psicólogos acham que a criança com menos de 5 anos não comete suicídio, pois para eles a criança ainda não tem noção do que é a morte. Até 5 anos, não há noção de morte definitiva, a criança não reconhece que a morte envolve total cessação da vida e não compreende a não reversibilidade da morte. A segunda (entre 5 e 9 anos), caracteriza-se por uma forte tendência a personificar a morte. É compreendida como irreversível, porém não como Inevitável. Somente na terceira etapa (9 e 10 anos), a criança reconhece a morte como cessação elas atividades do corpo e como inevitável. E, somente na adolescência, estes são verdadeiramente capazes de apreenderem o conceito de morte bem como o significado da vida, entre 6 e 12 anos, a morte é definitiva e implica a cessação de todas as funções biológicas; as crianças classificadas nesta categoria expressam conceitos realistas sobre a morte. Assim, é possível entre 5 e 12 anos perceber a morte como final e irreversível.
Segundo Jean Piaget, no livro o juízo moral na criança, considera que a partir do momento em que a criança se torna consciente da diferença entre vida e morte, a idéia de morte incentiva a curiosidade da criança, pois, se tudo é acasalado a um motivo, a morte exige uma explicação especial.

Leia mais em: ‘Neste site

APANHADO GERAL DO TEMA:

O suicídio é hoje a terceira causa de morte na adolescência e a tentativa de auto-exterminio a principal causa de emergência psiquiátrica em hospitais gerais.

 

Nos últimos 10 anos, têm aumentado as taxas de tentativa de suicídio e suicídio consumado em jovens.

 

98% das pessoas que cometem suicídio apresentam algum trasntorno mental à época do Suicídio (Flesmann, 2002), especialmente transtorno do humor (depressão, bipolar, etc).

 

Mais de 70% das crianças e adolescentes com transtornos de humor grave não apresentam sequer diagnóstico que dirá tratamento adequado.

 

Em média, um único suicídio afeta outras seis Pessoas (Fleishman, 2002).

 

Muitas vezes o suicídio é omitido pela família, que apresenta dificuldade e preconceito para lidar com esta difícil questão (Bertolote, 2004).

 

O suicídio é uma das 10 maiores causas de morte em todos os países.

Homens cometem suicídio quatro vezes mais do que as mulheres e estas últimas tentam suicídio mais vezes, com métodos, porém menos letais.

 

A baixa incidência do suicídio em crianças está relacionada a maior dificulade de acesso a métodos letais e imaturidade cognitiva.

 

No Brasil, a taxa de suicídio em jovens entre 15 a 24 anos aumento 20 vezes de 1980  para 2000, principalmente entre homens (Wang, Bertolote, 2005).

 

A Depressão violenta pode levar a pessoa vítima da doença a enxergar na morte a única solução de problemas que poderiam ser resolvidos simplesmente com algum diálogo.

 

Em Janeiro, vou escrever mais sobre este tema, após alguma pesquisa mais detalhada.

Até lá pessoas.

    Estou no Facebook nesse perfil

     No instagramcomo @coreldoug

 

 

 

 

Precisamos falar sobre a Manicure

Ok, o Brasil inteiro parou esta semana para brincar com a piada da Fabíola vs Manicure vs Gordinho da Saveiro. Enquanto o país ria, se desembolava uma verdadeira guerra de ideologias dentro dos grupos sociais. Tudo isto, pois havia quem ( em partes ) criticasse a posição das pessoas em apontar no centro da piada  a mulher que ” foi fazer as unhas “. Até aí tudo bem, mas no meio de hashtags e memes eu me deparei para pensar:

Mulher que trai é piranha. Homem não.

Além de comedor, o Leo, no máximo, vai ser visto como traíra por ter saído com a mulher do amigo. “Tanta piranha, Leo, sacanagem, zé” – fala o amigo narrador, querendo dizer que não precisava pegar justo a mulher do compadre. Já a Fabiola provavelmente vai ter sua reputação dizimada na cidade onde mora. Vai ser eternamente conhecida como p*ta, vaga*unda. Vai ser julgada pela família e amigos e dificilmente vai conseguir se reerguer ou se relacionar novamente com conhecidos.

 

Ser macho é ser durão.

Forte, másculo, pegador, agressivo. É colocar a mulher no “lugar dela”. Ganhar mais que ela. Mandar em casa, sustentar a família. É não deixar barato nenhuma traição. O marido de Fabíola fez o que a nossa cultura o ensinou a fazer. Seguiu a mulher, quebrou tudo e foi violento com ela para mostrar que era homem o suficiente. Provavelmente, enquanto ela vai sofrer com o estigma de puta, ele vai sofrer com o estigma de corno. Vivemos estereótipos de gênero aprisionantes. Cultivar essa noção de masculinidade gera homens infelizes e produz agressores, como o do vídeo. É urgente. Precisamos rever essa construção pra conseguir, um dia, alcançar igualdade de gêneros.

A desgraça alheia é engraçada, a nossa não.

Enquanto Fabíola, sua família e amigos tentam se reestruturar ( se isso acontecer ) milhões de posts estão ganhando curtidas e compartilhamentos e ajudando páginas a ganhar mais seguidores. Digo isto pois tenho também uma página, e assim como no clássico livro  A Onda publicado em 1981, de Todd Strasser,  segui compulsivamente a direção do humor nacional e caí em desgraça postando também um vídeo parodiando o episódio. É engraçado notar que esse tipo de ‘ humor ‘ viraliza mais que uma postagem sobre

 

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Na imagem da esquerda, vemos o post com a paródia do vídeo viral com um alcance de 11 mil pessoas. Na imagem da direita, vemos uma paródia de cunho político com número bem menor de pessoas alcançadas.

 

Nós perdemos completamente a medida do que é público ou privado. Um marido traído dar um flagra no melhor amigo com sua mulher é um problema que deveria ser resolvido entre eles. Mais ninguém. Há famílias envolvidas. Filhos. Crianças. A ideia de se vingar expondo ao mundo o barraco é de uma estupidez sem limites. Saem todos prejudicados. Estamos diante de uma geração imatura, que desaprendeu a resolver os problemas sozinha. É preciso jogar a coisa toda no ventilador das redes sociais, virar meme, ganhar o mundo, como se isso resolvesse alguma coisa.

O resultado dessa história em que só há vilões será nefasto para todos eles. Fabíola, a esposa traidora, dificilmente terá a reputação recuperada. O marido traído será, pra sempre, o corno estressado. O gordinho traidor perdeu, numa tacada só, o amigo, a amante e a família. E o babaca que filmou e vazou pode ter um bom lugar reservado para ele na cadeia da cidade. Triste o mundo que precisa do drama alheio para se divertir.

Minha dica:  Cada um deve cuidar de sua própria unha, antes de sair criticando a manicure dos outros.

Texto escrito em colaboração com o  HuffmangPost

Blog do BG: Trecho removido de Blog do BG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A internet e o novo direito de ir e vir.

Com o avanço da comunicação em massa, as redes sociais passaram a ter novos significados além de apenas entretenimento. Mas, logicamente, como tudo que é expandido para as massas, as redes sociais começaram a mudar sua face após um assombroso crescimento de usuários. Atualmente a principal rede social no Brasil, o Facebook, é o principal catalizador dessas diversas faces do conceito Rede Social. No início, o Facebook servia mais para unificar as massas e aproximar as pessoas além de estreitar os laços de amizade. Quem pegou o início do Facebook no Brasil, assim como eu, se lembra que éramos bloqueados quando se adicionava alguma pessoas que  – segundo o Facebook – não estavam dentro do seu ciclo de amizade. Era comum receber mensagens no inbox do tipo “ Me add que estou bloqueado por 90 dias “ . E assim era no início dessa rede social, esse sistema perdurou por vários anos, até que um dia parou-se de bloquear por adicionar pessoas que Ele julgava não ser do seu ciclo. Ora! Era injusto mesmo isto, às vezes a pessoa adicionada era um amigo seu que estava morando na Rússia e quando ele era adicionado você recebia um BLOCK! Mas, para nossa felicidade – ou infelicidade – com o fim desse bloqueio as pessoas começam a ter liberdade para trafegar pelo mundo todo e assim espalhar seu conteúdo vezes aproveitável ou talvez nem tanto assim. Já foram várias vezes que ‘desfiz uma amizade ‘ com alguém por não entender nada do idioma – arábico ou chinês – das postagens da pessoa, o nome dela quando me adicionava era sempre algo do tipo: Ami Juno , e eu julgava ser alguém próximo dos meus contatos. Mas bastava alguns dias no Feed para ver que a pessoa não tinha nada a ver comigo e quiçá as postagens “ nonsense “ dela!

Momento Dicionário Aurélio do post:
Nonsense: Esta palavra é formada por non (significa não, é um elemento de negação) e sense(que significa sentido). O humor nonsense é um tipo de humor que tem a sua base em coisas absurdas, sem sentido, cenários fictícios ou demasiadamente elaborados. É muito apreciado porque permite fugir das normas estabelecidas, pensar de forma diferente do que está definido como aceitável e lógico.

Abaixo, alguns posts Nonsense:

Japoneses comendo sapatos.
Os melhores takes do cinema: Indianos

Os melhores posts do Feed brasileiro: O Paraná, a Rússia brasileira

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Tem coisas que só vemos no Paraná, não é mesmo?

Só mais um gif sobre o Paraná:

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Só mais um de indianos:

 

 

Sobre a escolha do feed.

Pois bem, várias vezes a Internet nos proporciona coisas que somente a internet pode nos proporcionar ( hãn? ). Calma, a frase parece meio estranha, mas é isso mesmo! Digo isso pois várias vezes vamos rolar de rir de uma paródia legal ou ficar presos horas tentando descobrir a real cor do vestido, esses são momentos legais que somente desfrutamos na internet. Porém, no mesmo feed que rolamos de rir, nos deparamos com vídeos e fotos que promovem a violência e um conteúdo nada mais que bizarro. Ser adicionado por uma criança Filipina que vai ficar postando vídeos de linchamentos assim como você entrar no seu feed e ver um cachorro sendo queimado e as pessoas filmando isso e compartilhando dessa cena como se compartilhar mudasse algo e/ou promovesse algum tipo de justiça nos faz refletir e buscar um limite para a definição de Liberdade de Expressão. Várias vezes é inevitável ver, mas outras é possível denunciar e derrubar esse tipo de perfil. Mas o que acontece mesmo é que esse processo de liberdade sempre vai violar a privacidade ou a cultura de interpretação de alguém. Nos gifs acima, vimos peças do cotidiano que para nós é engraçado. Mas será que é engraçado para a família do idoso que fez sua própria cirurgia? Será que foi engraçado para a família da criança que roubou o carro de 80 mil?

Sou muito imaturo, e a internet também, para discutir o que e quando deve-se aplicar a liberdade de expressão.  O próprio CEO do Facebook emitiu sua opinião a respeito do assunto durante visita à Colombia, Mark Zuckerberg falou sobre a delicada questão de como equilibrar a liberdade de expressão e as leis locais dos diferentes países ” A maioria dos países possui leis restringindo alguma forma de expressão ou outra, afirmou o executivo. Se o Facebook permitisse que os usuários postassem algo considerado ilegal em seus países, isso resultaria em mais pessoas conseguindo se expressar? A melhor linha de ação geralmente é remover o conteúdo, sugeriu.“Se você violar a lei em um país, muita vezes o país bloqueia o serviço por completo”, afirmou Zuckerberg. Quando disse isso, o executivo estava respondendo a uma pergunta sobre o Facebook violaria a lei em um país que restringe a liberdade de expressão para dar poder aos seus usuários. A filosofia do Facebook, segundo Zuckerberg, é dar o maior número possível de ferramentas para as pessoas se expressarem. Algumas vezes a empresa luta contra os pedidos de governos para bloquear conteúdo, afirmou, lembrando que o Facebook precisa respeitar as leis locais.

Bem, eu só sei ( que nada sei ) que essa discução está longe de seu fim e isso se algum dia tiver um fim. Então, enquanto não entramos em acordo mundial sobre liberdade de expressão, vamos prosseguir com nossos gifs.

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Obrigado pessoal, até a próxima!

 

E fechamos com a Devolução do Homem 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vencedores do Desafio Algar Telecom

Drones, Hoverboard, Robôs e R$ 1.500 em compras. Os ganhadores, receberam um vale prêmio onde podem escolher sua premiação.

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Os vencedores do projeto:  Douglas, Francesco, Winicius, Larisse  e Frederico.

 

Os vencedores da maratona  apresentaram uma proposta que democratiza o uso da internet grátis da Algar Telecom. Esse projeto da empresa foi implantado em 2012 e a partir de então é livre o acesso à rede apenas  clientes da Algar Telecom.  O aplicativo Algar Telecom App Conect busca promover a democratização do uso da internet e a maior interatividade dos usuários do serviço. Logicamente, a equipe teve a preocupação de preservar a marca da empresa e privilegiar os usuários que são clientes da empresa de comunicação.

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Drones, Hoverboard, Robôs e R$ 1.500 em compras. Os ganhadores, receberam um vale prêmio onde podem escolher sua premiação.

O interessante do projeto vencedor é que ‘lucram as duas faces da moeda’. Ora, os usuários da internet que usufruem do serviço gratuito em locais estratégicos da cidade e as empresas que fazem divulgação em canais de mídia da Algar Mídia.

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Os participantes do evento, elegeram em sua maioria a segunda melhor idéia. O grupo acima, apresentou a Acessibilidade para cegos e surdos no transporte público da cidade. Os organizadores do projeto, entram em contato com nomes importantes do segmento que mostraram interesse pelo projeto, uma grande empresa do ramo também se mostrou aberta para uma parceria.

A equipe eleita como segunda melhor idéia apresentou o projeto AllBus que permite otimizar o livre acesso ao transporte público por usuários deficientes.  Ônibus e vans atualmente são usados por deficientes que com muita  resiliência conseguem se locomover pela cidade de Uberlândia que hoje conta com quase 130 linhas diferentes.  O profícuo do projeto também é a interatividade que o aplicativo instalado no celular permitiria ao usuário, com informações sobre o horários, locais e eventos próximos ao local onde ele está.