Dilma não deve ser tratada como vítima.

A, agora oficial, ex-presidente da república teve durante seus dois governos, várias falhas causadas por falta de diálogo.

A, agora oficial, ex-presidente da república teve durante seus dois governos, várias falhas causadas por falta de diálogo.

O governo da petista, embora com forte apoio popular, não teve sua reeleição bem recebida na Câmara dos Deputados e no Senado. Dilma teve grandes dificuldades para aprovar seus últimos projetos, vários pedidos negados e infinitas objeções dos senadores e deputados. Nunca um presidente foi tão fortemente hostilizado em sua própria casa, Dilma perdeu seus aliados, sua base governista, a capacidade de diálogo e a possibilidade de aprovar novos projetos.
Essa manobra política conhecida como Impeachment é para Dilma Rouseff um ‘tiro de misericórdia’ para que o governo da presidente não seja ainda mais desastroso. Ontem no Senado durante os discursos pró e contra o processo de admissibilidade, notei que os Senadores não tinham coerência em seus discursos. Ver Renan Calheiros presidindo a sessão que definia se Dilma Rouseff errou em sua gestão dá à sessão um tom de sarcasmo. É incoerente e ilegítimo talvez. Mas uma coisa é inegável, até o mais vermelho do Petista precisa admitir que Dilma cometeu erros, que posso separar aqui mesmo nesse artigo rápido em três pontos:
  • Econômico;
  • Administrativo e
  • Político
ADMINISTRATIVO
Assim como qualquer outro presidente, ela cometeu erros sim. E digo mais, esses erros de Dilma Rouseff seriam perdoados facilmente se uma bancada considerável ainda apoiasse o Partido dos Trabalhadores como nos vermelhos anos do governo Lula, mas um agravante se tornou o fator crucial para o afastamento da ex-presidente: a falta de diálogo.
Por ser mulher ou pela sua fama de durona, Dilma nunca ‘passou a mão’ nem em seus aliados. Suas habilidades técnicas e formais não foram o suficiente para se manter no poder, faltou maleabilidade, faltou molejo. Faltou à ela jogo de cintura. 
ECONÔMICOS
Superemos pois o argumento das pedalas. Chega! Vamos falar de fatos. Dilma convulsionou a economia antes de sua reeleição. Mas, esse fato veio antes mesmo de seu governo. Acreditem vocês ou não, foi Lula quem mexeu e remexeu para que o país  aumentasse seu PIB antes do fim de seu mandato, isso para criar um “surto temporário de felicidade” em prol da candidata à sua sucessão. Essa avaliação é creditada à João Luiz Mascolo, professor de economia do MBA do Insper, o então presidente adotou uma série de medidas de estímulo, levando o PIB (Produto Interno Bruto) a crescer 7,5%, índice comparável ao da China, em 2010. O que vem depois, uma derrocada sem precedentes.
A receita do Fracasso:
O país não aguentou manter o PIB nesse nível, os investimentos externos secaram, o apoio no congresso acabou e entramos na maior crise político-econômica da história.
POLÍTICO
Infidelidade. É o que resume esse governo de Dilma Rouseff. Foi traída por parceiros, aliados e até mesmo pela oposição que vezes a apoiava. Até mesmo quem disse que votaria contra seu processo de Impeachment votou a favor em rede nacional. Dilma não soube nomear pessoas confiáveis, diga-se pelo seu próprio vice, que vez ou outra mostrava as suas intenções em notas, cartas, posts e áudios de Whatsapp (sic).
Por fim, eu pessoalmente declaro que apoio o fim do governo Dilma. Não por não apoiá-la, mas por não suportar mais o escárnio que sofre essa presidenta eleita pelo voto de milhões de brasileiros . Querem destituir o seu governo de qualquer maneira, desde sua reeleição. Eu apoio esse Impeachment para que agora Dilma Rouseff se veja como oposição e se defenda livremente. Agora é a vez do Partido dos Trabalhadores voltar à sua origem e novamente começar a fazer o que fazia bem no começo: Lutar de verdade pelos direitos do brasil.

Como seria viver em um Regime Militar no Brasil de 2016?

Ninguém melhor para responder a esta do que uns dos (estima-se) 434¹ mortos pela ditadura militar  durante os Anos de Chumbo, como é chamado o período de regime militar brasileiro, porém esses obviamente não poderão responder a qualquer pergunta, afinal à eles foi-se negado o direito em vida de resposta. É claro que houveram outros mortos, dezenas de centenas de outras vítimas, mas essas nunca serão identificadas. Suas mortes foram caladas assim como se silencia um aparelho telefônico que insiste em tocar. Suas vozes ficaram mudas na eternidade, ecoando no vão da desigualdade e injustiça até que se prove por quem, onde e como foram mortas.  Diferente dessas 434 que comprovadamente morreram, ficaram para contar a história 1.800 vítimas que sofreram torturas indignas de qualquer filme de terror. Esses sobreviventes poderão contar como é (sobre)viver com o Regime Militar. A história conta que tudo começou por causa de diferenças políticas. Uma elite ameaçada por movimentos populares com visão social que defendiam a democracia o direito de resposta e argumentação. Essa elite, não significa os brancos e ricos mas os proprietários e mantenedores de significativa participação do mercado em seu segmento, financiou  a implantação de um sistema político que não permitisse a disseminação dessa minoria popular. Acontece que mesmo com dura repressão  a antes minoria ganharia cada vez  mais força e gente de peso intelectual relevante para reforçar sua defesa. Com a adesão de importantes nomes ao movimento, a elite ameaçada viu-se obrigada a intensificar a repressão chegando ao ponto de promover uma agressiva mudança na constituição brasileira. Com essa nova constituição, era permitido refutar agressivamente qualquer movimento que o governo não aprovasse. A sistemas como esse agora descrito, damos o nome de Ditadura, onde só é permitida a vontade do governante que muitas vezes é fortemente aliado com forças militaristas para que sua vontade impere e tenha voz.

Um país democrático não pensa desta maneira, em uma nação republicana o dirigente deve entender que a sua vontade deve ser a mesma do povo, ou da maioria. E claro, a voz da maioria deve ser respeitada.

Em 2016 “comemora-se” 52 do fim da Ditadura Militar Brasileira

Regime militar pode ser o governo sem o apoio do povo, um governo eleito sem voto da maioria. Sem o direito de escolha.

Imagine o  cenário:

Acontece em um determinado ano, uma eleição entre dois candidatos. Apura-se  54,3 milhões dos votos são para um candidato, o outro candidato teve 50,9 milhões de votos. Ora, pode-se dizer que o derrotado foi aquele que teve 50 milhões, afinal a maioria (54 milhões) elegeu outro candidato. Logo, quem deve governar e presidir o país durante os 4 anos de mandato é aquele quem saiu democraticamente, de acordo com o povo- afinal o poder e todo o poder emana do povo- vitorioso nas urnas.

Coreto? Não, errado! De acordo com o cenário atual a vontade do povo deve ser calada. Bem, a maioria dos brasileiros quer o fim da Era PT, mas não querem intervenção. Não houveram candidatos militares. Não viu-se propostas e nem panfletos com dizeres: ‘Vote em Coronel Ferrada, ele promete acabar com a corrupção e petralhada’. Seria sadio para o país essa transição, desde que novamente seja nas urnas como foram as últimas eleições. Mas o que acontece hoje não tem sido bem isso. Nas ruas pedem intervenção de um órgão que a maioria dos brasileiros nem conhece. Falam de um sistema de que não se tem domínio. Assim como nos anos de chumbo vividos no passado, querem uma eleição da minoria, governaria ‘aquele quem tem mais garbo e confiança’ mesmo sem a aprovação popular. Não é exagero essa comparação. Beira-se muito proximamente ao sistema adotado naquela época, a única diferença é que -ainda-não há integrantes de movimentos sendo dados como “desaparecidos” ou encontrados ” vítimas de afogamentos, mortes sem causa, atropelamentos,  e outras mortes ‘naturais'”da época militar. A diferença com o cenário atual é a guerra fria que foi implantada em ‘nome da democracia’ e pelos direitos do povo. Ora, o povo não fez sua voz valer? O povo não expressou sua vontade? Sim, expressou e agora a maioria está, assim como nos anos ditatoriais, sendo insultada com a revogação de sua vontade. Novamente, a elite patrocina a movimentação de seus interessem em prol da sua própria vontade, contrariando a vontade da maioria. Novamente, uma briga política entre direitos sociais e desejos imperialistas. Novamente uma gerra entre a liberdade de expressão e direito de ir e vir contra a repressão conservadora e moralista. Quem tem narinas sente o cheiro de fascismo exalando desse movimento que luta pelos direitos do povo, o patriotismo disfarçado de repressão, assim como nos anos da repressão militar.

Viver sobre uma ditadura militar é não o viver a própria vida. É viver a vida de outros, ausentar-se da sua própria vontade em bem da  minoria que detêm o poder. Isso implica não somente a limitação em alguns direitos, mas regimes militares são extremamente nocivos para a evolução e desenvolvimento da sociedade. Uma sociedade que não argumenta, tímida em seus devaneios literários e que não tem expressão é uma sociedade que para no tempo e não se desenvolve. Se fosse em um período militar, provavelmente – na melhor das hipóteses- esse artigo seria censurado e apagado fora da vontade do autor, isso se o autor ficasse vivo para no mínimo revisar seus direitos. Fora isso, das infindáveis mazelas que regimes assim proporcionam a pior delas é a que mais motiva a luta pela democracia: Liberdade de Expressão.  Afinal, expressando o homem se desenvolve e constrói pontes grandiosíssimas para o futuro. E esse DIREITO não o pode ser negado.

O que é o Regime Militar no Brasil de 2016

” A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.”

Karl Marx MARX, K., Dezoito Brumário de Louis Bonaparte, 1852.

Igual ao regime de 64. A imperadora vontade do líder político ( diga-se partido, ou mídia, ou centros de poder economicos ) sendo empurrada goela a baixo e a sociedade submetida sem escapatória à esse sistema. Alguns grupos populares apoiando a forte e tendenciosa argumentação que sistemas militares propõem, e outros grupos resistindo ao movimento tendencioso, não aderindo ao sistema  golpista e anti-democrático e propondo a luta pelos direitos através da militância. Nada diferente da outra vez que um regime operou no Brasil, igualmente como citou Marx.

Obrigado, e até a próxima!


¹Estudos apontam para mais de 1000 mortos clandestinamente. Essa estimativa é baseada em deduções de estudos comprovando que mortos pela ditadura tinham seus pertences, dados e tipo de morte ocultados ou incinerados. Os 434 mortos foram oficialmente comprovados.

Faculdade ESAMC de Uberlândia libera aplicativo acadêmico para alunos.

O aplicativo pode ser encontrado nas stores de qualquer smarthphone. É gratuito e super fácil de instalar.

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Funções

Algumas funções do app são dispensáveis, tais como Vídeos e Site. Mas o aplicato em si consegue entregar muita funcionalidade.  Por ser rápido e leve, os menus fluem facilmente.

Os alunos tem a opção de acessar o famoso e complexo BlackBoard (que também ganhou um aplicativo, leia mais aqui) e emissão de certificados. Também é possível visualizar vagas de emprego e estágio.

Layout

O aplicativo tem um layout leve também, as cores da instituição estão presentes o tempo todo durante a navegação.

Quem tem interesse no aplicativo, pode baixar ele por aqui

 

Comentário

A criação do aplicativo mostra a preocupação da faculdade em atender aos alunos e principalmente mostra a relevância de se adaptar para o novo meio de comunicação dos jovens atualmente. Cada vez mais adaptados os jovens se tornam mobile e deixam de seguir o padrão atual onde tudo é impresso. Medidas como a da Faculdade Esamc  pode causar um impacto verde enorme e  poupar kilos de papel. Acredito que no futuro, o papel será menos usado e as telas touch serão a principal causa dese ótimo fenômeno.

Pois bem, se em 2016 a faculdade já começou inovando eu espero fielmente que ela começe a ouvir mais seus alunos para atender as melhorias que eles exigem. Talvez pelo vício do papel ou de ” ter tudo impresso ” a instituição não tenha percebido ainda a importância da ” vida online ” até mesmo para manter sua imagem como ‘ a melhor ‘ que ela ostenta. Digo isso pois na página da faculdade e até mesmo em sites como o Reclame Aqui a instituição é atacada por comentário pesados e ela não se manifesta ou responde para justificar e/ou esclarecer.

Atenção ESAMC, é bom começar olhar o ‘ feed de notícias ‘ melhor.

Retirado da página ESAMC UBERLANDIA EVENTOS

Cover art

 

Os novos botões do Facebook e o capitalismo.

O título desse artigo pode confundir um pouco, não é mesmo? Mas acredite, até o final desse texto eu vou provar para você que esse título é extremamente coeso.

O título desse artigo pode confundir um pouco, não é mesmo? Mas acredite, até o final desse texto eu vou provar para você que esse título é extremamente coeso.

Ora, quem mais entende de capitalismo senão essa rede social que até setembro do ano passado tinha captado 4,30 bilhões apenas com publicidade, não obstante somente os ganhos com publicidade, os números de usuários da rede social também é assustador, estima-se que diariamente 1 bilhão acessam o seu perfil e ficam em média 2 horas por dia navegando, curtindo e compartilhando  conteúdo, e claro: consumindo publicidade, principalmente brasileiros.Facebook3trimestre

Fonte: http://idgnow.com.br

É claro que de números o  Facebook entende bem, já deu pra perceber que número de usuários e receita não é problema para ele. Mas o que fazer com tanta gente, com tanto like, com tanto compartilhamento e tanta informação?

Responda corretamente:

  1. O que fazer com os dados e informações recolhidas de quase 2 bi de pessoas? [ENEM-2015]

a) Vender para empresas e comerciantes interessados em Big Data.

b) Vender para empresas e comerciantes interessados em Big Data.

c) Vender para empresas e comerciantes interessados em Big Data.

d) Todas as alternativas estão corretas.

Não é difícil acertar esta questão acima, não é mesmo? Afinal, o Facebook é uma empresa. E empresas visam lucro, o lucro é o que motiva as empresas a investir e melhorar seus serviços. Essa é a seiva do capitalismo, a essência. E por isso, o Facebook sempre inova com feeds mais atrativos, botões diferentes e claro:  COM UM NOVO BOTÃO DE CURTIR ( eu disse que te provaria que existe relação extremamente coesa ). Mas o que leva uma rede social, famosa por sua inflexibilidade de alterar seus padrões estéticos, a alterar drasticamente um botão tão importante? Lucro!  Sim, esse botão agora com novas opções é claramente para coletar mais precisamente Big Data dos usuários. Quando falo de Big Data, eu falo de informações sobre o comportamento, reação, comportamento psicológico do usuário, noções de estranhamento com determinada marca/produto ou tema, e assim por diante.  Um simples ” curtir ” pode identificar um potencial consumidor de alguma marca ou produto. Claramente, as estratégias para falar com essa pessoa é responsabilidade da agência que consumirá o Big Data.

Não é segredo para ninguém que a principal função do Facebook é nos vender anúncios ou diretamente no feed, ou participando do remarketing eletrônico e várias outras estratégias do marketing. Não se deixe iludir pelo vídeo do bebê fofo fazendo fofices, pois logo depois desse vídeo, você vai rolar o seu feed e vai ter um anúncio se aproveitando do seu bom humor que o bebê te proporcionou, isso vai abrir sua receptividade para o anúncio e proporcionar uma resposta mais ampla sobre a propaganda exibida.

Facebook Knows You
A palavra Facebook, ou livro de rostos traduzido pifiamente, simboliza a leitura do comportamento do consumidor, traços de personalidade, sazonalidade do humor . Até a criação da rede social, não houve uma estratégia tão precisa e economicamente tão segura capaz de delegar tal tarefa. 

QUAL A RELAÇÃO DOS NOVOS BOTÕES COM O CAPITALISMO?

Com os novos botões a estratégia do Facebook de captar informações mais precisas e naturais será aguçada. É talvez até pedantesco ficar no discurso de ” isso foi estratégico; foi intencional para vitimar os consumidores; foi apenas mais um investimento para encher mais de anúncios nosso feed; ” e por aí vai, é mais interessante ressaltar então a nossa responsabilidade enquanto usuários dessa rede. O Facebook é para postar-mos o que quiser, tudo bem, mas devemos sempre nos lembrar: por trás dos botões legais, existirá sempre um monte de empresas o esfregando as mãos esperando você cair na armadilha. Observando o seu comportamento e tudo o que você faz na rede social, para fazer a roda do capitalismo girar.

Muito obrigado pela leitura pessoal, até a próxima!

 

A saúde de Uberlândia respira com ajuda de aparelhos

Texto de Douglas Alves

A Secretaria Municipal de Saúde tem como principais atribuições formular e coordenar a política municipal de saúde e supervisionar sua execução nas instituições que integram sua área de competência, em coordenação com o Conselho Municipal de Saúde. Além disso, participa do planejamento, programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde – SUS, no seu âmbito de atuação, em articulação com a direção estadual e nacional do Sistema.  Mas o que vemos hoje é uma enxurrada negra e espessa de reclamações consecutivas  sobre o aparente descaso da Secretaria Municipal de Saúde. Seria falta de diálogo com o gabinete do atual prefeito? Ou seria o custo da pasta  e do orçamento – duvidoso – que foi aprovado segundo a LOA.  Em 2016, foi aprovado para a Saúde o montante de R$ 564.481.204,00 ( quinhentos e sessenta e quatro milhões ), o ano mal começou e a chuva de reclamações sobre obras paradas, unidades sem médicos, greves consecutivas, funcionários sem salário e outros infinitos temas que corriam ( antes ) à boca miúda. O atual prefeito trava agora uma guerra fria contra os trabalhadores da saúde na cidade, ele entra na justiça para obrigar os funcionários a voltar ao trabalho. Os trabalhadores entraram de greve por não aceitar as propostas do gabinete do prefeito.

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Fonte: Jornal Correio de Uberlandia

 

Uma matéria no Correio de Uberlândia, publicada em 18/Jan evidencia a crise, acompanhe:

A saúde pública em Uberlândia não teve um ano fácil em 2015. Esgotamento de insumos médicos e medicamentos, falta de vagas nos hospitais e de leitos nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), atrasos salariais e até estado de emergência fizeram parte do quadro no ano que passou. Em 2016, com uma demanda crescente e as inseguranças relacionadas aos repasses de verbas da União e do Estado em um cenário de crise econômica, a Secretaria Municipal de Saúde sinaliza a atenção básica como prioridade para melhorar o atendimento à população.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Dario Rodrigues dos Passos, essa é uma alternativa que vem sendo trabalhada ao longo desta gestão e que ainda depende de ajustes e de conscientização. “Grande parte dos problemas da população se resolve na atenção básica e, atualmente, cerca de 80% dos casos atendidos nos pronto-atendimentos das UAIs (Unidades de Atendimento Integrado) são de pessoas que poderiam ser atendidas em ambulatório”, afirmou o secretário.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2016, o ano da busca pelo equilíbrio

Com certeza 2015 foi um ano memorável. Para alguns, o pior dos últimos tempos. Em âmbito nacional, vivemos a pior crise política desde os tempos da ditadura. Na Educação, a mais debochada e dissimulada crise conceitual que se ouviu falar no Brasil. O governo se viu contra a parede em diversos momentos do ano, e foi obrigado a entender que a sociedade não é mais a mesma dantes. Era para ser um ano de retomadas e de importantes preparações para o ” ano das Olimpíadas ” 2016, mas com as crises borbulhando no cangote do Estado foi difícil tomar importante decisões. Além disso, no comércio tivemos inúmeros colegas que todos os dias nos bombardeavam de notícias ruins, que davam à nossa economia um semblante ainda mais raquítico e assombroso. Vários baixaram suas portas, desesperançosos do futuro econômico da nação. Os mais radicais, juntaram suas trouxas foram embora para ” Pasárgada”. Até os Freelancers que conhecia, deram um jeitinho brasileiro e buscaram se alocar num emprego para – tentar – buscar uma estabilidade. A crise veio para todo mundo e ficou claro que 2015 partiu sem deixar lembranças e sem provocar saudades em quem o viveu. Crises, golpes, mortes, revoluções e guerras em 2015.

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“Prefiro pensar que nao perdi nada, porque nao vendi nada. – Lírio Parisotto “

A Pantone e o fôlego para 2016

A Pantone anunciou este ano, pela primeira vez, duas cores – e não uma – como a ‘cor do ano’. Rose Quartz (Pantone 13-1520) e Serenity (Pantone 15-3919) são as cores de 2016. Ora, a empresa norte-americana é mundialmente famosa por seu sistema numérico de escala de cores e, desde 2000, divulga a cor do ano – que acaba se tornando referência para a indústria da moda e designers do mundo todo. (Fonte: Portal G1)

Particularmente, achei inovador a Pantone divulgar duas cores para este ano.  Não só porque as duas cores tem significados diferentes, mas porque a semiose envolvida nesse fato nos encaminha para uma possível expectativa de que 2016 possa ser melhor e mais representativo. Mas, falemos das cores:

Rose Quartz (Pantone 13-1520)

 

 

Serenity (Pantone 15-3919)

 

 


 

O respeito pela dualidade  e pela diversidade, intensifica ainda mais que 2016 deve um ano de passividade e de intenso diálogo. Essa sensibilidade faz a Pantone ser maior ainda em seus valores e justifica a o respeito que grandes autoridades no assunto tem sobre a marca. Fica evidente, que neste ano, nós que somos da área de comunicação, criação e afins ganhamos – pelo menos da Pantone – um aval para transitar no que se refere à invasão de limites. Cores opostas de nossa tabela, agora neste ano, transam entre si e prometem entregar um ano gráfico com grandes inovações.

Para os que gostam de ficar mais antenados no assunto, abaixo vou disponibilizar alguns links com tendências gráficas para esse ano. Mais uma vez, muito obrigado pela leitura, e até a próxima!

Links:

Tendências de vídeos para 2016

Como montar um orçamento de marketing digital para 2016

Como montar um planejamento de marketing digital para 2016

ADENDO:

Vou adicionar um link sobre o Snapchat. Sim, eu acho uma ferramenta muito incrível e didática. E que merece nossa atenção enquanto produtores de conteúdo.

Snapchat para marcas: um guia de marketing na rede social

 

 

 

 

 

 

 

 

A internet e o novo direito de ir e vir.

Com o avanço da comunicação em massa, as redes sociais passaram a ter novos significados além de apenas entretenimento. Mas, logicamente, como tudo que é expandido para as massas, as redes sociais começaram a mudar sua face após um assombroso crescimento de usuários. Atualmente a principal rede social no Brasil, o Facebook, é o principal catalizador dessas diversas faces do conceito Rede Social. No início, o Facebook servia mais para unificar as massas e aproximar as pessoas além de estreitar os laços de amizade. Quem pegou o início do Facebook no Brasil, assim como eu, se lembra que éramos bloqueados quando se adicionava alguma pessoas que  – segundo o Facebook – não estavam dentro do seu ciclo de amizade. Era comum receber mensagens no inbox do tipo “ Me add que estou bloqueado por 90 dias “ . E assim era no início dessa rede social, esse sistema perdurou por vários anos, até que um dia parou-se de bloquear por adicionar pessoas que Ele julgava não ser do seu ciclo. Ora! Era injusto mesmo isto, às vezes a pessoa adicionada era um amigo seu que estava morando na Rússia e quando ele era adicionado você recebia um BLOCK! Mas, para nossa felicidade – ou infelicidade – com o fim desse bloqueio as pessoas começam a ter liberdade para trafegar pelo mundo todo e assim espalhar seu conteúdo vezes aproveitável ou talvez nem tanto assim. Já foram várias vezes que ‘desfiz uma amizade ‘ com alguém por não entender nada do idioma – arábico ou chinês – das postagens da pessoa, o nome dela quando me adicionava era sempre algo do tipo: Ami Juno , e eu julgava ser alguém próximo dos meus contatos. Mas bastava alguns dias no Feed para ver que a pessoa não tinha nada a ver comigo e quiçá as postagens “ nonsense “ dela!

Momento Dicionário Aurélio do post:
Nonsense: Esta palavra é formada por non (significa não, é um elemento de negação) e sense(que significa sentido). O humor nonsense é um tipo de humor que tem a sua base em coisas absurdas, sem sentido, cenários fictícios ou demasiadamente elaborados. É muito apreciado porque permite fugir das normas estabelecidas, pensar de forma diferente do que está definido como aceitável e lógico.

Abaixo, alguns posts Nonsense:

Japoneses comendo sapatos.
Os melhores takes do cinema: Indianos

Os melhores posts do Feed brasileiro: O Paraná, a Rússia brasileira

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Tem coisas que só vemos no Paraná, não é mesmo?

Só mais um gif sobre o Paraná:

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Só mais um de indianos:

 

 

Sobre a escolha do feed.

Pois bem, várias vezes a Internet nos proporciona coisas que somente a internet pode nos proporcionar ( hãn? ). Calma, a frase parece meio estranha, mas é isso mesmo! Digo isso pois várias vezes vamos rolar de rir de uma paródia legal ou ficar presos horas tentando descobrir a real cor do vestido, esses são momentos legais que somente desfrutamos na internet. Porém, no mesmo feed que rolamos de rir, nos deparamos com vídeos e fotos que promovem a violência e um conteúdo nada mais que bizarro. Ser adicionado por uma criança Filipina que vai ficar postando vídeos de linchamentos assim como você entrar no seu feed e ver um cachorro sendo queimado e as pessoas filmando isso e compartilhando dessa cena como se compartilhar mudasse algo e/ou promovesse algum tipo de justiça nos faz refletir e buscar um limite para a definição de Liberdade de Expressão. Várias vezes é inevitável ver, mas outras é possível denunciar e derrubar esse tipo de perfil. Mas o que acontece mesmo é que esse processo de liberdade sempre vai violar a privacidade ou a cultura de interpretação de alguém. Nos gifs acima, vimos peças do cotidiano que para nós é engraçado. Mas será que é engraçado para a família do idoso que fez sua própria cirurgia? Será que foi engraçado para a família da criança que roubou o carro de 80 mil?

Sou muito imaturo, e a internet também, para discutir o que e quando deve-se aplicar a liberdade de expressão.  O próprio CEO do Facebook emitiu sua opinião a respeito do assunto durante visita à Colombia, Mark Zuckerberg falou sobre a delicada questão de como equilibrar a liberdade de expressão e as leis locais dos diferentes países ” A maioria dos países possui leis restringindo alguma forma de expressão ou outra, afirmou o executivo. Se o Facebook permitisse que os usuários postassem algo considerado ilegal em seus países, isso resultaria em mais pessoas conseguindo se expressar? A melhor linha de ação geralmente é remover o conteúdo, sugeriu.“Se você violar a lei em um país, muita vezes o país bloqueia o serviço por completo”, afirmou Zuckerberg. Quando disse isso, o executivo estava respondendo a uma pergunta sobre o Facebook violaria a lei em um país que restringe a liberdade de expressão para dar poder aos seus usuários. A filosofia do Facebook, segundo Zuckerberg, é dar o maior número possível de ferramentas para as pessoas se expressarem. Algumas vezes a empresa luta contra os pedidos de governos para bloquear conteúdo, afirmou, lembrando que o Facebook precisa respeitar as leis locais.

Bem, eu só sei ( que nada sei ) que essa discução está longe de seu fim e isso se algum dia tiver um fim. Então, enquanto não entramos em acordo mundial sobre liberdade de expressão, vamos prosseguir com nossos gifs.

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Obrigado pessoal, até a próxima!

 

E fechamos com a Devolução do Homem