Dilma não deve ser tratada como vítima.

A, agora oficial, ex-presidente da república teve durante seus dois governos, várias falhas causadas por falta de diálogo.

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A, agora oficial, ex-presidente da república teve durante seus dois governos, várias falhas causadas por falta de diálogo.

O governo da petista, embora com forte apoio popular, não teve sua reeleição bem recebida na Câmara dos Deputados e no Senado. Dilma teve grandes dificuldades para aprovar seus últimos projetos, vários pedidos negados e infinitas objeções dos senadores e deputados. Nunca um presidente foi tão fortemente hostilizado em sua própria casa, Dilma perdeu seus aliados, sua base governista, a capacidade de diálogo e a possibilidade de aprovar novos projetos.
Essa manobra política conhecida como Impeachment é para Dilma Rouseff um ‘tiro de misericórdia’ para que o governo da presidente não seja ainda mais desastroso. Ontem no Senado durante os discursos pró e contra o processo de admissibilidade, notei que os Senadores não tinham coerência em seus discursos. Ver Renan Calheiros presidindo a sessão que definia se Dilma Rouseff errou em sua gestão dá à sessão um tom de sarcasmo. É incoerente e ilegítimo talvez. Mas uma coisa é inegável, até o mais vermelho do Petista precisa admitir que Dilma cometeu erros, que posso separar aqui mesmo nesse artigo rápido em três pontos:
  • Econômico;
  • Administrativo e
  • Político
ADMINISTRATIVO
Assim como qualquer outro presidente, ela cometeu erros sim. E digo mais, esses erros de Dilma Rouseff seriam perdoados facilmente se uma bancada considerável ainda apoiasse o Partido dos Trabalhadores como nos vermelhos anos do governo Lula, mas um agravante se tornou o fator crucial para o afastamento da ex-presidente: a falta de diálogo.
Por ser mulher ou pela sua fama de durona, Dilma nunca ‘passou a mão’ nem em seus aliados. Suas habilidades técnicas e formais não foram o suficiente para se manter no poder, faltou maleabilidade, faltou molejo. Faltou à ela jogo de cintura. 
ECONÔMICOS
Superemos pois o argumento das pedalas. Chega! Vamos falar de fatos. Dilma convulsionou a economia antes de sua reeleição. Mas, esse fato veio antes mesmo de seu governo. Acreditem vocês ou não, foi Lula quem mexeu e remexeu para que o país  aumentasse seu PIB antes do fim de seu mandato, isso para criar um “surto temporário de felicidade” em prol da candidata à sua sucessão. Essa avaliação é creditada à João Luiz Mascolo, professor de economia do MBA do Insper, o então presidente adotou uma série de medidas de estímulo, levando o PIB (Produto Interno Bruto) a crescer 7,5%, índice comparável ao da China, em 2010. O que vem depois, uma derrocada sem precedentes.
A receita do Fracasso:
O país não aguentou manter o PIB nesse nível, os investimentos externos secaram, o apoio no congresso acabou e entramos na maior crise político-econômica da história.
POLÍTICO
Infidelidade. É o que resume esse governo de Dilma Rouseff. Foi traída por parceiros, aliados e até mesmo pela oposição que vezes a apoiava. Até mesmo quem disse que votaria contra seu processo de Impeachment votou a favor em rede nacional. Dilma não soube nomear pessoas confiáveis, diga-se pelo seu próprio vice, que vez ou outra mostrava as suas intenções em notas, cartas, posts e áudios de Whatsapp (sic).
Por fim, eu pessoalmente declaro que apoio o fim do governo Dilma. Não por não apoiá-la, mas por não suportar mais o escárnio que sofre essa presidenta eleita pelo voto de milhões de brasileiros . Querem destituir o seu governo de qualquer maneira, desde sua reeleição. Eu apoio esse Impeachment para que agora Dilma Rouseff se veja como oposição e se defenda livremente. Agora é a vez do Partido dos Trabalhadores voltar à sua origem e novamente começar a fazer o que fazia bem no começo: Lutar de verdade pelos direitos do brasil.

Faculdade ESAMC de Uberlândia libera aplicativo acadêmico para alunos.

O aplicativo pode ser encontrado nas stores de qualquer smarthphone. É gratuito e super fácil de instalar.

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Funções

Algumas funções do app são dispensáveis, tais como Vídeos e Site. Mas o aplicato em si consegue entregar muita funcionalidade.  Por ser rápido e leve, os menus fluem facilmente.

Os alunos tem a opção de acessar o famoso e complexo BlackBoard (que também ganhou um aplicativo, leia mais aqui) e emissão de certificados. Também é possível visualizar vagas de emprego e estágio.

Layout

O aplicativo tem um layout leve também, as cores da instituição estão presentes o tempo todo durante a navegação.

Quem tem interesse no aplicativo, pode baixar ele por aqui

 

Comentário

A criação do aplicativo mostra a preocupação da faculdade em atender aos alunos e principalmente mostra a relevância de se adaptar para o novo meio de comunicação dos jovens atualmente. Cada vez mais adaptados os jovens se tornam mobile e deixam de seguir o padrão atual onde tudo é impresso. Medidas como a da Faculdade Esamc  pode causar um impacto verde enorme e  poupar kilos de papel. Acredito que no futuro, o papel será menos usado e as telas touch serão a principal causa dese ótimo fenômeno.

Pois bem, se em 2016 a faculdade já começou inovando eu espero fielmente que ela começe a ouvir mais seus alunos para atender as melhorias que eles exigem. Talvez pelo vício do papel ou de ” ter tudo impresso ” a instituição não tenha percebido ainda a importância da ” vida online ” até mesmo para manter sua imagem como ‘ a melhor ‘ que ela ostenta. Digo isso pois na página da faculdade e até mesmo em sites como o Reclame Aqui a instituição é atacada por comentário pesados e ela não se manifesta ou responde para justificar e/ou esclarecer.

Atenção ESAMC, é bom começar olhar o ‘ feed de notícias ‘ melhor.

Retirado da página ESAMC UBERLANDIA EVENTOS

Cover art

 

Os novos botões do Facebook e o capitalismo.

O título desse artigo pode confundir um pouco, não é mesmo? Mas acredite, até o final desse texto eu vou provar para você que esse título é extremamente coeso.

O título desse artigo pode confundir um pouco, não é mesmo? Mas acredite, até o final desse texto eu vou provar para você que esse título é extremamente coeso.

Ora, quem mais entende de capitalismo senão essa rede social que até setembro do ano passado tinha captado 4,30 bilhões apenas com publicidade, não obstante somente os ganhos com publicidade, os números de usuários da rede social também é assustador, estima-se que diariamente 1 bilhão acessam o seu perfil e ficam em média 2 horas por dia navegando, curtindo e compartilhando  conteúdo, e claro: consumindo publicidade, principalmente brasileiros.Facebook3trimestre

Fonte: http://idgnow.com.br

É claro que de números o  Facebook entende bem, já deu pra perceber que número de usuários e receita não é problema para ele. Mas o que fazer com tanta gente, com tanto like, com tanto compartilhamento e tanta informação?

Responda corretamente:

  1. O que fazer com os dados e informações recolhidas de quase 2 bi de pessoas? [ENEM-2015]

a) Vender para empresas e comerciantes interessados em Big Data.

b) Vender para empresas e comerciantes interessados em Big Data.

c) Vender para empresas e comerciantes interessados em Big Data.

d) Todas as alternativas estão corretas.

Não é difícil acertar esta questão acima, não é mesmo? Afinal, o Facebook é uma empresa. E empresas visam lucro, o lucro é o que motiva as empresas a investir e melhorar seus serviços. Essa é a seiva do capitalismo, a essência. E por isso, o Facebook sempre inova com feeds mais atrativos, botões diferentes e claro:  COM UM NOVO BOTÃO DE CURTIR ( eu disse que te provaria que existe relação extremamente coesa ). Mas o que leva uma rede social, famosa por sua inflexibilidade de alterar seus padrões estéticos, a alterar drasticamente um botão tão importante? Lucro!  Sim, esse botão agora com novas opções é claramente para coletar mais precisamente Big Data dos usuários. Quando falo de Big Data, eu falo de informações sobre o comportamento, reação, comportamento psicológico do usuário, noções de estranhamento com determinada marca/produto ou tema, e assim por diante.  Um simples ” curtir ” pode identificar um potencial consumidor de alguma marca ou produto. Claramente, as estratégias para falar com essa pessoa é responsabilidade da agência que consumirá o Big Data.

Não é segredo para ninguém que a principal função do Facebook é nos vender anúncios ou diretamente no feed, ou participando do remarketing eletrônico e várias outras estratégias do marketing. Não se deixe iludir pelo vídeo do bebê fofo fazendo fofices, pois logo depois desse vídeo, você vai rolar o seu feed e vai ter um anúncio se aproveitando do seu bom humor que o bebê te proporcionou, isso vai abrir sua receptividade para o anúncio e proporcionar uma resposta mais ampla sobre a propaganda exibida.

Facebook Knows You
A palavra Facebook, ou livro de rostos traduzido pifiamente, simboliza a leitura do comportamento do consumidor, traços de personalidade, sazonalidade do humor . Até a criação da rede social, não houve uma estratégia tão precisa e economicamente tão segura capaz de delegar tal tarefa. 

QUAL A RELAÇÃO DOS NOVOS BOTÕES COM O CAPITALISMO?

Com os novos botões a estratégia do Facebook de captar informações mais precisas e naturais será aguçada. É talvez até pedantesco ficar no discurso de ” isso foi estratégico; foi intencional para vitimar os consumidores; foi apenas mais um investimento para encher mais de anúncios nosso feed; ” e por aí vai, é mais interessante ressaltar então a nossa responsabilidade enquanto usuários dessa rede. O Facebook é para postar-mos o que quiser, tudo bem, mas devemos sempre nos lembrar: por trás dos botões legais, existirá sempre um monte de empresas o esfregando as mãos esperando você cair na armadilha. Observando o seu comportamento e tudo o que você faz na rede social, para fazer a roda do capitalismo girar.

Muito obrigado pela leitura pessoal, até a próxima!

 

A saúde de Uberlândia respira com ajuda de aparelhos

Texto de Douglas Alves

A Secretaria Municipal de Saúde tem como principais atribuições formular e coordenar a política municipal de saúde e supervisionar sua execução nas instituições que integram sua área de competência, em coordenação com o Conselho Municipal de Saúde. Além disso, participa do planejamento, programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde – SUS, no seu âmbito de atuação, em articulação com a direção estadual e nacional do Sistema.  Mas o que vemos hoje é uma enxurrada negra e espessa de reclamações consecutivas  sobre o aparente descaso da Secretaria Municipal de Saúde. Seria falta de diálogo com o gabinete do atual prefeito? Ou seria o custo da pasta  e do orçamento – duvidoso – que foi aprovado segundo a LOA.  Em 2016, foi aprovado para a Saúde o montante de R$ 564.481.204,00 ( quinhentos e sessenta e quatro milhões ), o ano mal começou e a chuva de reclamações sobre obras paradas, unidades sem médicos, greves consecutivas, funcionários sem salário e outros infinitos temas que corriam ( antes ) à boca miúda. O atual prefeito trava agora uma guerra fria contra os trabalhadores da saúde na cidade, ele entra na justiça para obrigar os funcionários a voltar ao trabalho. Os trabalhadores entraram de greve por não aceitar as propostas do gabinete do prefeito.

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Fonte: Jornal Correio de Uberlandia

 

Uma matéria no Correio de Uberlândia, publicada em 18/Jan evidencia a crise, acompanhe:

A saúde pública em Uberlândia não teve um ano fácil em 2015. Esgotamento de insumos médicos e medicamentos, falta de vagas nos hospitais e de leitos nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), atrasos salariais e até estado de emergência fizeram parte do quadro no ano que passou. Em 2016, com uma demanda crescente e as inseguranças relacionadas aos repasses de verbas da União e do Estado em um cenário de crise econômica, a Secretaria Municipal de Saúde sinaliza a atenção básica como prioridade para melhorar o atendimento à população.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Dario Rodrigues dos Passos, essa é uma alternativa que vem sendo trabalhada ao longo desta gestão e que ainda depende de ajustes e de conscientização. “Grande parte dos problemas da população se resolve na atenção básica e, atualmente, cerca de 80% dos casos atendidos nos pronto-atendimentos das UAIs (Unidades de Atendimento Integrado) são de pessoas que poderiam ser atendidas em ambulatório”, afirmou o secretário.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2016, o ano da busca pelo equilíbrio

Com certeza 2015 foi um ano memorável. Para alguns, o pior dos últimos tempos. Em âmbito nacional, vivemos a pior crise política desde os tempos da ditadura. Na Educação, a mais debochada e dissimulada crise conceitual que se ouviu falar no Brasil. O governo se viu contra a parede em diversos momentos do ano, e foi obrigado a entender que a sociedade não é mais a mesma dantes. Era para ser um ano de retomadas e de importantes preparações para o ” ano das Olimpíadas ” 2016, mas com as crises borbulhando no cangote do Estado foi difícil tomar importante decisões. Além disso, no comércio tivemos inúmeros colegas que todos os dias nos bombardeavam de notícias ruins, que davam à nossa economia um semblante ainda mais raquítico e assombroso. Vários baixaram suas portas, desesperançosos do futuro econômico da nação. Os mais radicais, juntaram suas trouxas foram embora para ” Pasárgada”. Até os Freelancers que conhecia, deram um jeitinho brasileiro e buscaram se alocar num emprego para – tentar – buscar uma estabilidade. A crise veio para todo mundo e ficou claro que 2015 partiu sem deixar lembranças e sem provocar saudades em quem o viveu. Crises, golpes, mortes, revoluções e guerras em 2015.

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“Prefiro pensar que nao perdi nada, porque nao vendi nada. – Lírio Parisotto “

A Pantone e o fôlego para 2016

A Pantone anunciou este ano, pela primeira vez, duas cores – e não uma – como a ‘cor do ano’. Rose Quartz (Pantone 13-1520) e Serenity (Pantone 15-3919) são as cores de 2016. Ora, a empresa norte-americana é mundialmente famosa por seu sistema numérico de escala de cores e, desde 2000, divulga a cor do ano – que acaba se tornando referência para a indústria da moda e designers do mundo todo. (Fonte: Portal G1)

Particularmente, achei inovador a Pantone divulgar duas cores para este ano.  Não só porque as duas cores tem significados diferentes, mas porque a semiose envolvida nesse fato nos encaminha para uma possível expectativa de que 2016 possa ser melhor e mais representativo. Mas, falemos das cores:

Rose Quartz (Pantone 13-1520)

 

 

Serenity (Pantone 15-3919)

 

 


 

O respeito pela dualidade  e pela diversidade, intensifica ainda mais que 2016 deve um ano de passividade e de intenso diálogo. Essa sensibilidade faz a Pantone ser maior ainda em seus valores e justifica a o respeito que grandes autoridades no assunto tem sobre a marca. Fica evidente, que neste ano, nós que somos da área de comunicação, criação e afins ganhamos – pelo menos da Pantone – um aval para transitar no que se refere à invasão de limites. Cores opostas de nossa tabela, agora neste ano, transam entre si e prometem entregar um ano gráfico com grandes inovações.

Para os que gostam de ficar mais antenados no assunto, abaixo vou disponibilizar alguns links com tendências gráficas para esse ano. Mais uma vez, muito obrigado pela leitura, e até a próxima!

Links:

Tendências de vídeos para 2016

Como montar um orçamento de marketing digital para 2016

Como montar um planejamento de marketing digital para 2016

ADENDO:

Vou adicionar um link sobre o Snapchat. Sim, eu acho uma ferramenta muito incrível e didática. E que merece nossa atenção enquanto produtores de conteúdo.

Snapchat para marcas: um guia de marketing na rede social

 

 

 

 

 

 

 

 

O Marketing Ímpar

Significado de Ímpar

s.m. O número que não pode ser dividido por dois: três é um número ímpar.
adj. Diz-se do número que não pode ser divido por dois: número ímpar.
Figurado. Incomparável; que não possui outro semelhante: um ator ímpar na dramaturgia brasileira.
Único; sem par: órgãos ímpares.
(Etm. do latim: impar.aris)

Fonte: http://www.dicio.com.br/

Bem, vou apresentar para vocês um pensamento – meu – que comecei a desenvolver agora e, logicamente por isso, tenho certa que vou mudar ou acrescentar conceitos sobre minha teoria.  Trabalho em uma empresa em Uberlândia que tem um forte foco em produção de conteúdo para marketing digital. Até aí tudo bem, certo? Estamos no caminho correto, divulgando e produzindo para a Web em Minas Gerais. Mas, que poderia dar errado? A resposta é bem curta: TUDO! Afinal, o Marketing não mudou,  e as regras dele continuam sendo tão aplicáveis hoje como a anos atrás em sua criação e conceitualização. Mas o que acontece é que com o passar do tempo, o Marketing colaborou para a transformação do consumidor em todos seus parâmetros. Ou seja, o Marketing proporcionou uma evolução de  conceitos e de como identificar  exatamente a necessidade do cliente através de ferramentas que com o passar do tempo, no caso hoje, fizessem com que o cliente fosse imune a esse Marketing de Massa . Isso significa que hoje, a massa apresenta perfis de comportamento que muitas vezes não variam na segmentação do mercado, mas variam no comportamento do indivíduo.

E é por isso, que nesses últimos dias eu venho pensando sempre em como trabalhar com esse indivíduo de maneira que a minha agência ou outras empresas que precisem atingir esse indivíduo consiga produzir um Marketing Direto sem se tornar ineficiente e demorado.  Nessa mesma sentença que elaborei o conceito de  Marketing Ímpar.

Um bom profissional de Marketing, precisa saber que a partir de agora o público alvo não pode mais ser tratado como um montante. Devemos considerar cada singularidade no consumidor para transformar em algo positivo essa rejeição que o Marketing de Massa possa produzir.

O MARKETING ÍMPAR

Conceito:

Consiste em uma estratégia concentrada de marketing direto, onde o indivíduo é inserido como parte do processo que tende a se tornar um sistema de Marketing Up-selling.

 Aplicação:

Logicamente, o Marketing Ímpar precisa e demanda mais tempo ou ferramentas mais exatas do profissional de Marketing. Um Big Data eficiente coopera significadamente nesse processo. É preciso identificar primeiramente quem é o público de massa, segmentar seu público alvo. Em cima desse alvo, determinar quais as variáveis determinarão os seus indivíduos ímpares que vão ser insensíveis ao conteúdo de marketing produzido, à estratégia que o Big Data  vai oferecer e principalmente às ações e campanhas que o profissional de marketing irá produzir. É muitíssimo importante atingir o Indivíduo Ìmpar  pois é ele quem vai provar a veracidade do seu Big Data e é ele quem pode te dar o feedback mais integral sobre o conteúdo de sua campanha ou processo de marketing. O Indivíduo Ímpar  é tão insensível que pelo fato de ser  sido atingido por sua estratégia de marketing ele tem grandes possibilidades de estar totalmente aberto para o processo de Up-seeling. Ou seja, com essa nova estratégia advinda do Big Data e com a produção de um conteúdo relevante o Indivíduo Ímpar, ele se tornou uma grande cliente em potencial para ter seu poder de compra totalmente explorado.

Bem, essa é a ideia inicial sobre o conceito. É claro que esses conceitos e aplicações vão variar em cada case. E claro também que vou compartilhar aqui no blog alguma novidade sobre o conceito do Marketing Ímpar.

Obrigado pela leitura, segue o blog e me acompanhe nas redes sociais. Em breve, tenho projeto de abrir um canal no Youtube e profissionalizar esse blog aqui também . Mas, tudo em seu tempo, não é mesmo?

Um abraço, e até a próxima.

A classe média brasileira é uma ex mulher raivosa.

O saudoso movimento ” original ” da classe média, nomeado por ela de panelaço, teve sua origem no Chile de 71 contra o governo esquerdista de Allende. O movimento abriu caminho para o golpe de estado pernóstico de Pinochet que culminou na morte ou desaparecimento de ( dados oficiais ) 40 mil pessoas. Não vivi no Chile de 71, mas estou vivendo no Brasil de 2015 e 16. Não preciso viver uma época para saber comparar ela com outra, e por isso afirmo que não estamos em crise de pão. As panelas do Chile de 71 estavam vazias, as do Brasil não.

Fazia anos que o  Um Brasil não se unia por um bem comum.  Mas esse bem é bom para quem? E quem é a comunidade por trás desse movimento?

Por Douglas Alves, 11 de Janeiro de 2016.

 

É gourmet o panelaço. Tem gosto, aroma e textura de tudo, menos de fome.

 

 O  saudoso movimento ” original ” da classe média, nomeado por ela de panelaço, teve sua origem no Chile de 71 contra o governo esquerdista de Allende. O movimento abriu caminho para o golpe de estado pernóstico de Pinochet que culminou na morte ou desaparecimento de ( dados oficiais ) 40 mil pessoas. Não vivi no Chile de 71, mas estou vivendo no Brasil de 2015 e 16. Não preciso viver uma época para saber comparar ela com outra, e por isso afirmo que não estamos em crise de pão. As panelas do Chile de 71 estavam vazias, as do Brasil não.

Babá chama atenção de criança para que pai possa fazer selfie da família. ( Imagem: Eduardo Nunomura)
O protesto dessa classe média, que havia anos se contentava e fazia piada com o corruptismo embuçado do país, tinha tudo para ser o maior movimento nacionalista que esse país já viveu. Ora, nem em tempos do movimento estudantil brasileiro vimos tanto reboliço em todos os cantos desse país. Tínhamos tudo para mover a maior massa em prol do bem da nação, isso se não fosse a péssima autocrítica que constrói esse movimento que vai às ruas. É pedante a argumentação de quem está lá. São iletrados na sua essência e são néscios de diálogo. Não sabem os porquês, sabem os pra quês mas jamais vão entender a essência dos movimentos e quais as formas – legais – de se atingir um bem comum onde toda a sociedade possa usufruir de igualdade. Precisa-se notar que palavras como sociedade, igualdade de direitos e unidade são vistos como ameaça.
Longe de mim criticar o movimento, até participei (  e ainda participo ) movendo e alimentando discussões sobre o tema. Inclusive, defendo calorosamente que esses movimentos não se acabem. Depois de anos estático finalmente o gigante brasileiro surge com opulência para mover seus raquíticos membros bradando justiça e o fim da corrupção e sedento na busca dos corruptos e corruptores.
Isso sim é um movimento de verdade!
Eu tenho medo da massa. Acho que nunca falei isso antes. Mas é escrevendo que tomamos coragem. Então declaro:
Sou um Agorofóbico (do grego ágora – assembleia; reunião de pessoas; multidão + phobos – medo), tenho medo de multidão. Não de um monte de gente reunida, mas de um monte de gente pensando igual! Tenho pavor, admito. Me arrepio de pensam que um dia posso acordar e esquecer de perguntar e questionar o porque e pra quê estou fazendo.  Gosto de questionar, de ir contra ou a favor, de pensar ou de abster-me de pensar. Isso é saudável. E é isso que me faz olhar por fora das panelas, por isso me abstenho de batê-las. Ora, quando vi o movimento achei interessante demais, mas fui procurar saber de onde viera e pra quê servira e vi claramente que não se encaixava com nosso momento político.  No Chile de 71 não havia diálogo, não havia interesse na sociedade.
Mas, a classe média não se contenta e ela não quer saber de pensar. Ela é igual a uma ex mulher  raivosa. Quem já foi casado sabe muito bem que por mais que os anos de cônjuge tenham sido proveitosos e dourados, no fim do relacionamento o que mais importa são os últimos dias  que são sempre tensos e cheios de farpas. É nos últimos dias que se descobre as verdades e os pormenores da relação. A ex mulher raivosa é cruel, ela não lembra dos momentos bons do casal, só lembra dos ruins, joga pra fora todas as suas mágoas e faz igual Mário Quintana:
” Se eu pudesse eu pegava a dor. Colocava dentro dum envelope e devolvia ao remetente!
(Mário Quintana)
E ela faz isso, a dor que fica nela ela devolve ao remetente mas antes, exibe para todos seu descontentamento e até aumenta um bocado da conversa, que é pra vingança ser mais fria.  Nossa classe média está magoada, cheia de rancor no peito e se sentindo traída!
Mas fique tranquila Dona Classe Média, a senhora não foi a única traída. Advinha quem ficou sem amigos e vai ter que rebolar para conseguir fazer seu trabalho e levar nas costas toda uma nação de mulheres no nome, só para provar que elas também tem competência?