A saúde de Uberlândia respira com ajuda de aparelhos

Texto de Douglas Alves

A Secretaria Municipal de Saúde tem como principais atribuições formular e coordenar a política municipal de saúde e supervisionar sua execução nas instituições que integram sua área de competência, em coordenação com o Conselho Municipal de Saúde. Além disso, participa do planejamento, programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde – SUS, no seu âmbito de atuação, em articulação com a direção estadual e nacional do Sistema.  Mas o que vemos hoje é uma enxurrada negra e espessa de reclamações consecutivas  sobre o aparente descaso da Secretaria Municipal de Saúde. Seria falta de diálogo com o gabinete do atual prefeito? Ou seria o custo da pasta  e do orçamento – duvidoso – que foi aprovado segundo a LOA.  Em 2016, foi aprovado para a Saúde o montante de R$ 564.481.204,00 ( quinhentos e sessenta e quatro milhões ), o ano mal começou e a chuva de reclamações sobre obras paradas, unidades sem médicos, greves consecutivas, funcionários sem salário e outros infinitos temas que corriam ( antes ) à boca miúda. O atual prefeito trava agora uma guerra fria contra os trabalhadores da saúde na cidade, ele entra na justiça para obrigar os funcionários a voltar ao trabalho. Os trabalhadores entraram de greve por não aceitar as propostas do gabinete do prefeito.

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Fonte: Jornal Correio de Uberlandia

 

Uma matéria no Correio de Uberlândia, publicada em 18/Jan evidencia a crise, acompanhe:

A saúde pública em Uberlândia não teve um ano fácil em 2015. Esgotamento de insumos médicos e medicamentos, falta de vagas nos hospitais e de leitos nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), atrasos salariais e até estado de emergência fizeram parte do quadro no ano que passou. Em 2016, com uma demanda crescente e as inseguranças relacionadas aos repasses de verbas da União e do Estado em um cenário de crise econômica, a Secretaria Municipal de Saúde sinaliza a atenção básica como prioridade para melhorar o atendimento à população.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Dario Rodrigues dos Passos, essa é uma alternativa que vem sendo trabalhada ao longo desta gestão e que ainda depende de ajustes e de conscientização. “Grande parte dos problemas da população se resolve na atenção básica e, atualmente, cerca de 80% dos casos atendidos nos pronto-atendimentos das UAIs (Unidades de Atendimento Integrado) são de pessoas que poderiam ser atendidas em ambulatório”, afirmou o secretário.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Autor: Douglas Alves

Um cara apaixonado por comunicação! Por foto, por gente, por política e por tudo que engloba o ser social. É difícil explicar.

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